Bloggers Bleggers Blum!

Tem dias que eu tô bloggers daí aparece uns bleggers e eu fico blum mesmo!

Babaquice + malandragem = estress




Tem coisas que acontecem nas viagens que não dá pra acreditar: é simplesmente surreal!

A viagem de ida foi realmente muito calma, muito tranquila, com quase nenhuma turbulência.

Parecia que o avião estava em um trilho, numa superfície totalmente plana.

O que sobrou de conforto e bem estar, faltou na esperteza da tripulação.

O pessoal da TAM se perdeu várias vezes ao tentar servir os passageiros.

Parecia que era a primeira vez que eles estavam fazendo isso.

Já na volta, a coisa foi pior.

No check-in da TAM deixaram os passageiros embarcar com um monte de obejtos grandes, desconfortáveis de se levar e sem lugar para acomodar.

A maioria das bagagens de mão eram maiores do que as medidas estipuladas no site, e isso ocasionou uma superlotação nos bagageiros. Passageiros que chegaram atrasados ficaram sem lugar para colocar a bagagem de mão, cujas malas eram tão grandes, que nem debaixo dos assentos cabiam – outro lugar destinado a esse tipo de bagagem.

Ouvi alguns passageiros comentando que o pessoal no check-in deixou embarcar com bagagem de mão superior a 5 kg – limite máximo permitido pela TAM (na American AirLines o limite é de 10 Kg), no caso a pessoa que estava contando vantagem de embarcar levando 9 Kg de bagagem de mão, dizendo que “o cara da TAM foi super gente fina e quebrou essa”.

Como se não bastasse isso, todo mundo sabe que não pode ficar com o celular ligado sem ser no modo voo, principalmente quando o avião está decolando ou pousando. Mas quem disse que brasileiro respeita isso? O avião mal tinha tocado na pista, a mulher do meu lado já estava fazendo mil e uma ligações, avisando que tinha chegado, que era para o motorista ir buscá-la. Alguém chamou atenção? Não.

E, para fechar a viagem aérea com chave de ouro, ainda houve um estresszinho básico no avião. Quando pousamos, por várias vezes o avião parou e voltou a andar. Não dava pra entender o que estava acontecendo, então brasileiro apressado como só, ficou em pé e começou a descer todas as bagagens de mão. Mas o avião ainda não tinha parado totalmente, e tem lá a regra que não pode ficar em pé até o avião parar e o aviso do cinto atado desligar. Mas tinha um chato lá que resolver ficar em pé, e ainda largou o compartimento de bagagem aberto. Não deu nem um minuto até que um senhor sentado abaixo desse bagageiro fechá-lo com força, irritado. Então começou uma discussão entre ele e o cara que estava em pé. Mas não ficou só entre eles, e de repente todo o pessoal daquela área do avião começou a xingar o cara que estava em pé e ameaçaram bater nele. E ele nem tchum, continuou peitando todo mundo. A tripulação da TAM fez alguma coisa? Não. Nem aviso pelo rádio. Nada. Quando tudo parecia ter se acalmado, o babaca sentado atrás de mim, querendo se exibir para a aeromoça – pois ficou a viagem inteira dando em cima dela – resolveu virar pro cara e falar: “Você não vai sentar, não?”. Aí começou a briga novamente, o babaca falou que ia chamar a polícia federal (chamou nada, saiu correndo na primeira oportunidade), e o cara que tava em pé falou que era adulto, que ninguém mandava nele, que ele queria ver quem que ia fazer ele sentar. O pessoal da TAM fez alguma coisa? Não.

Sério, gente… Precisa disso?

E a TAM… Caramba, meu, nota zero pra essa porcaria de companhia! A comida pode ser muito boa, o pessoal pode ser muito simpático, mas na hora de uma crise, eles não estão prontos pra cuidar da segurança de ninguém. Queria ver se os passageiros tivessem se reunido pra dar uma surra no cara que tava em pé: ninguém da TAM conseguiria separar a briga. Poderiam ter acalmado os ânimos antes de chegar no ponto em que chegou, mas os bandos de covardes ficaram se cagando de medo nos seus assentinhos no fundo do avião.

Até então era a parte da babaquice, agora vou contar a parte da malandragem. Quando fomos pegar as malas, notamos que algumas foram abertas e depois lacradas pelo pessoal da narcóticos nos EUA. Até aí beleza: se eles veem algo suspeito, abrem a mala estourando o cadeado e revistam. Se tem algo ilegal, retiram. Se não tem, fecham a mala e colocam um lacre. De qualquer forma, vem um papel deles, avisando que a sua mala foi vistoriada. A nossa foi porque meu marido trouxe um taco de baseball. Mas nada foi tirado, nada foi mexido. Estava tudo ok. A mesma “sorte” não tiveram algumas pessoas que estavam no setor de reclamação de bagagens: um senhor teve a mala inteira estourada no ziper e um monte de coisa sumiu. Já um outro casal, com malas de fibra novinhas, estavam abertas mas apenas uma com o lacre e com o papel dos EUA. As demais malas deles estavam sem os cadeados, que foram arrombados, sem o lacre e sem o papel da narcóticos americana. Desesperada, a menina abriu a mala e constatou que ABSOLUTAMENTE TODOS os eletrônicos que eles compraram haviam sido ROUBADOS. A coitada da moça estava em prantos e não sabia o que fazer, principalmente porque o pessoal da TAM nessas horas, não quer nem saber e te deixa na mão: colocam toda a culpa no pessoal dos EUA. Fala a verdade: são ou não são um bando de cagões esse povo da TAM? Nunca mais pretendo voar com eles, porque nem nós nem nossa bagagem está segura com essa companhia aérea.

Se você for viajar, escolha bem a companhia e faça um seguro tanto seu e da sua família, quanto da sua bagagem. Porque sacanagem é ser assaltado por americano, que tem tudo 80% mais barato que a gente, ou ser assaltado no Brasil e não ter o apoio de ninguém, e ainda quase “apanhar” no avião, caso o tumulto se instalasse ali. Vai saber quem foi que roubou as coisas da moça… Passou no check-in a responsabilidade é da TAM? Bando de tam tam!!!

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