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Diário da Reforma – 2 meses depois…




Dia 12 passado fez 2 meses que a obra começou.

Alguns percalços pelo meio do caminho nos pegaram de surpresa, nos obrigando a mudar algumas coisas no projeto, no prazo e no orçamento.

Primeiro: Os Canos da Discórdia

Quando se estava fazendo a tubulação de esgoto da nova lavanderia, descobriu-se que o encanamento antigo, que foi mexido na reforma anterior, ha quase 20 anos, foi muito mal e porcamente soldada. Por conta disso, havia um vazamento de esgoto naquele local, e este também era o causador de muitas vezes sentirmos cheiro ruim proveniente dos ralos do banheiro. Problema resolvido.

No banheiro também não foi diferente: ao quebrar as paredes e chegar ao encanamento, descobriu-se as mesmas gambiarras nas emendas de canos, cotovelos (ou joelhos, como queiram) e outros bichos mais. Isso, juntamente com o rejunte caído do box, é que estavam ocasionando todos os problemas de umidade na casa. Problema resolvido.

Segundo: O Problema do Telhado

Como já havia comentado antes, para que o ângulo do telhado ficasse correto com a ampliação da reforma, a parte nova teria que ser embutida. Porém, ao se desmanchar parte do telhado para apoiar a laje da ampliação, descobriu-se que boa parte dele estava completamente abaulada:

Isso aconteceu porque quando a casa foi construída, as ripas foram colocadas muito distantes, e não suportaram o peso das telhas por tantos anos. Não se fazia idéia de que o telhado estava desse jeito.

Depois de contabilizar dezenas de marimbondos mortos, ninhos de pássaros removidos e morcegos despejados, decidimos que o ideal seria refazer o telhado inteiro, do zero.

Então a casa inteira foi destelhada, e aproveitamos para subir a altura dele, para que a parte nova da casa não ficasse com o telhado embutido.

Foi necessário erguer o telhado quase 1 metro. A cumeeira está medindo agora 1,80m.

Isso não estava nos planos, mas pelo menos a casa ficará praticamente nova. Mas em compensação, os recursos necessários para tal esvaziaram os cofres and bolsos.

Terceiro: O Dilúvio

Como se não bastasse os entraves, uma tormenta fora de época inundou a casa toda no dia em que a última telha foi retirada:

É a Lei de Murphy!

Conclusão: a parte antiga da casa que estava certinha, bonitinha e não precisaria ser mexida, foi simplesmente destruída, e todo o teto juntamente com algumas paredes, terão que ser refeitas. Mais consumo de recursos e de tempo…

Mas como nem tudo são lágrimas, no dia de HOJE, a casa está assim:

Telhado pronto.

O cronograma agora é terminar a parte hidráulica, fazer a parte elétrica e aí sim partir pro acabamento.

Um dia ficará pronta! Tenho fé que sim!

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